14 de set de 2013

Alimentação Viva: por que não cozinhar os vegetais?

A Alimentação Viva apresenta uma culinária baseada no consumo de sementes germinadas, brotos e vegetais crus in natura.

Biofísicos da atualidade reconhecem que nos alimentamos de vegetais para sintetizar sua luz, absorvê-la e armazená-la em nossos próprios campos de energia.

A pergunta é: porque não cozinhamos os vegetais?


Alimentos vivos são vegetais que possuem biocampos com a energia armazenada durante a fotossíntese.

Abóbora in natura
Brotos de girassol

Ocorre que, para absorver estas energias vivas, os vegetais devem ser consumidos ainda crus. 

Como já dissemos em postagens anteriores... tanto o fogo como o resfriamento destroem os biocampos de energia e eliminam a vitalidade dos vegetais.

Quando as nossas células vivas recebem as informações contidas nas células vivas dos vegetais crus, das sementes germinadas e dos brotos, ocorre uma comunicação dentro do nosso corpo.

Bobó de Abóbora crua com grão de bico germinado

BIOCAMPO: A LUZ DA VIDA PRESENTES NOS SERES VIVOS


As descobertas sobre um campo de energia presente em cada ser vivo vinham sendo realizadas, desde o Século XIX, pelo alemão Hans Driesch. 

Nos dias atuais, estas pesquisas estão sob a alçada da Biofísica. O estudo realizado pelo Biofísico Fritz Albert Popp analisa cada ser vivo como detentor de um campo biológico próprio, responsável pela emissão de uma luz. E conclui que “todas as coisas vivas emitem uma corrente de fótons” (TAGGART, 2008).

Tais estudos entendem que essa luz funciona como “um campo organizador da vida”, denominado biocampo ou campo organizador de energia sutil (ARAIA, 2006).

No nível quântico, a troca de informações entre os seres vivos ocorre através da interação entre os seus campos de energia (campo de organização da energia sutil). Fritz Albert Popp constatou que a transmissão de ondas eletromagnéticas seria responsável por uma comunicação: interna, no nível celular; e externa, no nível das relações com os campos de energia dos outros seres vivos. 

Nesse momento, o referido cientista apresenta à humanidade a linguagem presente em um mundo interligado por redes de conexões: a linguagem por interferência de ondas.

Ao irradiar estas frequências de ondas eletromagnéticas, os seres vivos estariam produzindo uma troca de informações, denominada bioinformação eletromagnética. Isso implica dizer que, no nível subatômico, todos são formados pelo mesmo material básico: energia. Toda a troca de informações quânticas, codificada por ondas eletromagnéticas, seriam enviadas e recebidas em um fluxo cíclico constante, onde não há condição de tempo, nem de espaço, mas tão somente de unidade e onipresença.

Cada ser vivo possui um biocampo com linguagem particular, traduzida por um modo específico de expressar-se e de comunicar-se com os outros. 

Esta linguagem silenciosa se manifesta no campo quântico das relações e aponta para a importância de ser membro de uma comunidade e de estar presente em ambientes ao ar livre. Estas ações combinadas com o cultivo de alimentos  (germinação de sementes, produção de brotos de cultivo biológico) e a ingestão de vegetais crus in natura (com seus campos de energia intactos) remontam grandes oportunidades para amplição do campo de energia humano. 

TRANSMUTAÇÃO BIOLÓGICA DE BAIXA ENERGIA


Os cientistas modernos chamam de transmutação biológica de baixa energia a capacidade que um organismo desenvolve de identificar e transformar determinada substância bioquímica contida em um vegetal em uma substância específica da qual o corpo necessita naquele momento.

Semente de girassol germinada
Isso significa dizer que, quando você ingere um vegetal com campo de energia organizado e, portanto, sem cozimento, é bem possível que seu corpo transforme os elementos químicos nele contidos, adaptando-os à sua própria realidade...

Exemplo: se uma pessoa estiver anêmica, a ingestão de qualquer vegetal cru fará o seu corpo produzir ferro. Este é um processo que se desenvolve por completo em pessoas que se alimentam freqüentemente de alimentos com vitalidade. 

E, claro, esta informação é pouco divulgada e quase sigilosa, pois detona as indústrias fast food, farmacêuticas e, ainda por cima, desestrutura as tabelas nutricionais.

LEUCOCITOSE DIGESTIVA


O fato é que somente os seres humanos e os animais domésticos consomem alimentos cozidos. Na verdade, consumi-los é uma verdadeira agressão ao nosso corpo que os recebe com uma ação de defesa do organismo denominada pela ciência como leucocitose digestiva. Como todos sabem, os leucócitos são mecanismos de proteção produzidos com a finalidade de exterminar parasitas atraídos por intoxicações, infecções, doenças. 

Isso demonstra que a ingestão de alimentos destituídos de campo de energia representa em nós a entrada de um organismo estranho, um agente de ameaça ao funcionamento do sistema corporal. Tanto é assim que a assimilação desse tipo de alimento, ao invés de alimentar nosso campo vital, esgota sua energia através de uma sobrecarga no processo de digestão.

ACRILAMIDA


Não bastassem estas informações sobre a leucocitose digestiva, recentemente, pesquisadores descobriram que o consumo de amidos cozidos produz em nós uma substância neurotóxica chamada Acrilamida, cujas efeitos são altamente cancerígenos. O princípio básico para formação da acrilamida consiste em submeter carboidratos (cereais, batatas) às altas temperaturas, por volta de 120º. Os resultados dessa pesquisa são pouco divulgados. No Brasil, há somente uma pesquisa desenvolvida em 2004 pela pesquisadora, Valéria Cristina de Carvalho Neri, da Fundação Oswaldo Cruz.



Neste contexto, priorizamos o consumo de sementes germinadas e brotos, vegetais no início do crescimento e, portanto, no ápice da sua vitalidade. Utilizamos também vegetais crus, in natura, fermentados ou desidratados a baixas temperaturas.


Desenvolvemos, com isso, uma culinária sem precedentes e limites para a criatividade, baseada na vitalidade dos alimentos.


Quer conhecer a culinária viva e agroecológica das Panelas de Capim???

Assista ao vídeo: Agroecologia, Alimentação Viva e a Re-leitura da Culinária Brasileira


2 comentários :

  1. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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    Respostas
    1. Querida! Apertei um botão errado e exclui seu comentário sem querer... Desculpas!

      Por acaso o link ao qual você se refere é o vídeo do youtube???

      Está aqui o endereço: http://www.youtube.com/watch?v=nejpIAHjEn8

      Mais uma vez peço desculpas pela falta de habilidades no compuroamor ( ou computador) ...

      Excluir

Olá!

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Aqui mora um pequeno resumo dos muitos anos dedicados à pesquisa, onde uso o meu próprio corpo como experimento.

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Com carinho,

Aline Chaves
A moça que planta nas panelas

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